Proteção dos espaços exclusivos femininos
Banheiro, vestiário, alojamento, abrigo, presídio e categoria esportiva feminina. O projeto define, em lei, o direito da mulher à privacidade e à segurança nesses espaços.
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Candidata · Deputada Federal · São Paulo
Ninguém cala a verdade.
Denunciar não basta. Tem que virar lei.
Como participar
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O que está em jogo
Quem grita
não legisla
sozinho
Existe um monte de gente com razão e sem mandato. E um monte de gente com mandato e sem coragem de escrever o que pensa.
Este site é o oposto disso. Está tudo aqui: o que ela defende, com que palavra, em qual eixo. Se não estiver escrito, não é compromisso.
Números das próprias plataformas · atualizado em agosto de 2026
Na rua e na mídia























Quem é
Nascida em Santos, no litoral de São Paulo, Barbara Kogos construiu sua trajetória profissional como jornalista, comunicadora, empresária e comentarista política. Antes da vida pública, dedicou-se à comunicação e ao empreendedorismo, desenvolvendo projetos, produzindo conteúdo e acompanhando de perto os desafios enfrentados por famílias, trabalhadores e empreendedores brasileiros. Foi justamente essa vivência, fora da política, que moldou sua visão sobre a importância da liberdade, da responsabilidade individual e do fortalecimento das instituições.
Sua atuação política começou nas redes sociais, onde passou a comentar acontecimentos nacionais e debater temas que considerava fundamentais para o futuro do Brasil. O que inicialmente eram análises ocasionais transformou-se em um trabalho permanente de comunicação quando percebeu que muitos assuntos relevantes deixavam de ser debatidos de forma aberta. A defesa da liberdade de expressão, das garantias constitucionais e de pautas ligadas à proteção das mulheres, das crianças e da família tornou-se o centro de sua atuação, reunindo milhares de pessoas interessadas em acompanhar suas análises.
Depois de anos utilizando a internet para informar, debater e mobilizar pessoas, Barbara decidiu dar um novo passo. Para ela, denunciar problemas já não era suficiente. Era preciso participar diretamente das decisões que afetam a vida dos brasileiros. Sua candidatura nasce da convicção de que o Congresso Nacional deve ser ocupado por representantes dispostos a defender seus princípios, fiscalizar o poder público e representar a população com independência. Seu objetivo é levar essa atuação para Brasília, transformando posicionamentos em trabalho legislativo e fazendo da voz dos cidadãos uma presença permanente dentro da Câmara dos Deputados.
Barbara Kogos
Em primeira pessoa
Eu sou a Barbara Kogos. Sou jornalista e comunicadora, uma cidadã que decidiu transformar a indignação em ação. Natural de Santos, conecto comunicação estratégica ao letramento político real, reunindo mais de meio milhão de seguidores e impactando milhões com meu trabalho independente de fiscalização do país.
Traduzo os bastidores do poder, combatendo narrativas e defendendo as liberdades, a infância e os direitos das mulheres. Minha candidatura é a evolução dessa luta.
No parlamento, atuarei sem medo: pelo fim dos impostos abusivos, por segurança pública firme para proteger quem produz, contra a doutrinação nas escolas, pela anulação dos processos do 8 de janeiro e pela fiscalização rígida do Executivo e do Judiciário.
A liberdade não se negocia.
Onde nasceu e de onde vem a leitura que faz da Baixada Santista.
Anos de trabalho fora da política, acompanhando de perto os desafios de famílias, trabalhadores e empreendedores.
O que começou como análises ocasionais nas redes virou trabalho permanente de tradução dos bastidores do poder, reunindo centenas de milhares de pessoas.
A pauta dos direitos e espaços das mulheres ganha marca própria e passa a circular como causa, não só como opinião.
Plataforma de 9 eixos e 39 propostas publicada por escrito, aberta para leitura e cobrança.
Pautas
A política só faz sentido quando serve ao cidadão de bem, e não aos privilégios do poder. Estes são os compromissos que orientam toda a atuação.
Escola focada no aprendizado real, na ciência e no preparo dos jovens para o futuro. O ambiente escolar deve ser neutro, sem introdução de ideologias políticas e de gênero em sala de aula. Letramento político serve para dar autonomia e senso crítico ao cidadão, não para manipulação.
O dinheiro do pagador de impostos é sagrado. Posição contrária à reforma tributária que penaliza quem produz e empurra o país ao topo do ranking de maiores impostos do mundo. Corte de gastos do Estado e inelegibilidade para gestores que deixem rombos fiscais ou destruam o patrimônio de estatais.
Parlamentares que respondam a processos por corrupção, desvio de dinheiro público ou crimes hediondos devem ser proibidos de concorrer à presidência da Câmara e do Senado. O comando das Casas precisa ser liderado por quem tem ficha limpa e independência para fiscalizar.
A prioridade do Estado deve ser o amparo, o acolhimento e a indenização às famílias vítimas de crimes. Rigor no sistema penal, com fim de privilégios e auxílios financeiros que beneficiem o criminoso em detrimento do cidadão de bem.
Compromisso com a proteção dos espaços de liderança, das competições esportivas e dos ambientes de vulnerabilidade feminina, para que as pautas e a representatividade das mulheres sejam respeitadas e preservadas.
Plataforma legislativa
Tudo escrito, tudo aberto. Se uma proposta não estiver aqui, ela não faz parte do compromisso. Toque no eixo para ler.
Garantia ampla das liberdades fundamentais, da liberdade de expressão e da soberania do cidadão frente ao Estado.
Atuação legislativa pela anistia e anulação dos processos relativos ao 8 de janeiro, com defesa do devido processo legal e da proporcionalidade das penas.
Legislação complementar para fortalecer plebiscito, referendo e iniciativa popular. Reforma nacional de grande porte passa por consulta popular.
Inelegibilidade e responsabilização severa para gestores que deixarem rombos fiscais, contas rejeitadas ou gestão fraudulenta.
Agravamento de penas para fraudes comprovadas, mais auditoria, mais transparência e proteção legal a quem denuncia.
Preservação da memória e conscientização sobre os crimes cometidos por regimes totalitários do século XX.
Fundo de apoio financeiro emergencial, atendimento psicológico, suporte jurídico e prioridade processual para famílias de vítimas de homicídio, feminicídio, latrocínio e estupro.
Notificação obrigatória e imediata à vítima ou à família quando o agressor for solto, fugir ou progredir de regime.
Amparo social, psicológico, orientação jurídica e indenização às famílias deixadas sem resposta pelo Estado.
Agravamento severo de penas para abandono, violência física e sexual e assassinato de crianças.
Garantia do direito à privacidade e à segurança das mulheres em banheiros, vestiários, alojamentos, abrigos, presídios e categorias esportivas femininas.
Marco legal integrando privacidade, segurança, equidade esportiva e proteção integral à mulher.
Centralização e transparência dos dados públicos sobre feminicídio, reincidência criminal, estupro e violência doméstica.
Responsabilização civil e penal rigorosa para denúncias caluniosas.
Leis mais rígidas e aumento de penas para tráfico de mulheres e crianças, estupro e sequestro.
Direito de escolha da forma do parto e ampliação do acesso a exames preventivos.
Garantia do direito ao porte para o cidadão de bem.
Presença obrigatória ou convênio para atuação de guardas municipais no ambiente escolar.
Incentivo e financiamento federal para câmeras com reconhecimento facial nos municípios.
Combate à ocupação irregular, inibição de invasões de terra e garantia plena do artigo 5º da Constituição.
Fim do auxílio-reclusão, das saídas temporárias e da progressão de pena para crimes graves.
Mudança de nome do Ministério da Educação para delimitar o papel: educação moral e de valores pertence à família, ensino acadêmico, científico e técnico cabe ao Estado.
Regulamentação do ensino domiciliar e fim do método socioconstrutivista nas diretrizes curriculares.
Revisão do Plano Nacional de Ensino para priorizar métodos pedagogicamente eficazes e comprovados.
Matérias obrigatórias no currículo básico.
Flexibilização para permitir estágio e trabalho em meio período após o horário escolar.
Formação esportiva inspirada no modelo norte-americano, transformando escolas e universidades em celeiros de atletas.
Orquestras, corais e bandas sinfônicas estudantis, com resgate do repertório da MPB e da música clássica.
Integração entre empresas e escolas de formação técnica e tecnológica.
Obrigatoriedade e incentivo para oferta de hospital e maternidade de qualidade em cada cidade, ou via consórcios regionais.
Acesso imediato a testes neonatais na maternidade e preservação do poder de decisão dos pais sobre vacinas.
Revogação do modelo atual em favor de corte real de impostos, para que até 95% da renda permaneça com quem produz.
Enxugamento da máquina pública e Estado menor.
Transição para contratos por hora e previdência individual, com revisão do modelo da CLT, da Justiça do Trabalho e da previdência estatal.
Estabelecer, para fins de aplicação da lei, que os critérios de sexo se baseiam na realidade biológica, dando segurança jurídica a todas as normas que dependem dessa definição.
Banheiros, vestiários, alojamentos, abrigos e presídios femininos preservados na sua finalidade original, com foco em privacidade, segurança e acolhimento.
Categorias esportivas femininas definidas por sexo biológico, para preservar a competição justa e o investimento em atletas mulheres.
Estatísticas oficiais de violência, saúde e segurança coletadas e divulgadas por sexo biológico, para que a política pública seja desenhada sobre dado consistente.
Projetos e destinação de emendas parlamentares federais para transformar Santos e a região em polo nacional de turismo corporativo, cultural e de grandes eventos.
As duas bandeiras
Trinta e cinco propostas cabem num documento. Duas cabem numa legislatura inteira — e são estas.
Banheiro, vestiário, alojamento, abrigo, presídio e categoria esportiva feminina. O projeto define, em lei, o direito da mulher à privacidade e à segurança nesses espaços.
Quero acompanhar →Hoje o Estado acompanha o agressor e perde a vítima de vista. O Estatuto inverte a ordem: apoio financeiro, psicológico e jurídico, prioridade processual e aviso obrigatório quando o agressor sai.
Quero acompanhar →Direitos das Mulheres
Mulheres merecem proteção, respeito e políticas públicas que enfrentem os problemas reais.
Barbara Kogos defende que a prioridade do Estado deve ser garantir segurança, dignidade e oportunidades para todas as mulheres brasileiras. Para ela, políticas públicas precisam responder às necessidades concretas do dia a dia: combate à violência, acesso à saúde, proteção à maternidade, valorização da família e igualdade de oportunidades.
Sua atuação busca fortalecer mecanismos de prevenção e combate à violência contra a mulher, ampliar o acesso a serviços de acolhimento para vítimas, incentivar políticas de saúde feminina e defender iniciativas voltadas à proteção de crianças e adolescentes.
Barbara também afirma que espaços destinados exclusivamente às mulheres devem preservar sua finalidade original, especialmente em ambientes relacionados à privacidade, segurança e acolhimento. Em sua visão, decisões sobre esses espaços devem considerar tanto os direitos individuais quanto a proteção das mulheres.
Além disso, pretende apoiar projetos que incentivem o empreendedorismo feminino, ampliem a qualificação profissional, fortaleçam a participação das mulheres na economia e ofereçam melhores condições para mães que conciliam trabalho e família.
Sua proposta é construir políticas públicas que coloquem as mulheres no centro das decisões, ouvindo quem vive diariamente os desafios da maternidade, da segurança, da saúde e da vida profissional.
Prioridades
Uma sociedade forte começa quando as mulheres podem viver com segurança, respeito e liberdade para construir o seu futuro.
Barbara Kogos
Movimento próprio
Um movimento antes de ser uma pauta. Nasceu de uma frase simples: existem direitos que só fazem sentido se a palavra "mulher" tiver um significado estável na lei.
Movimento independente · existe fora do calendário eleitoral
Cota de gênero, delegacia da mulher, casa-abrigo, presídio feminino, categoria esportiva, estatística de feminicídio.
Toda essa engenharia jurídica foi construída sobre uma definição — e política pública sem definição clara vira aplicação incerta.
O movimento defende que essa definição seja escrita na lei, de forma expressa, com base na realidade biológica. Não para restringir a vida de ninguém fora desses espaços, mas para que os direitos conquistados por mulheres continuem tendo destinatário certo.
Hoje a discussão se resolve caso a caso, em decisão administrativa ou judicial, sem critério uniforme. Isso produz insegurança para todo mundo: para a mulher que precisa do abrigo, para a atleta que treinou a vida inteira, para o gestor público que precisa decidir e não tem norma para seguir.
A proposta é tirar isso do improviso e colocar no texto legal, com debate aberto no Congresso — que é onde esse tipo de definição deve ser tomada.
Não é pauta de costume travestida de lei: é pedido de critério. Quem defende a norma atual também deveria querer que ela esteja escrita.
O que o movimento propõe
Critério expresso em lei, com segurança jurídica para todas as normas que dependem dele.
Banheiros, vestiários, alojamentos, abrigos e presídios preservados na finalidade original.
Categorias definidas por sexo biológico, para preservar a competição justa entre atletas.
Estatísticas de violência, saúde e segurança coletadas por sexo, para embasar política pública.
Direito de mulher precisa ter destinatário certo. Isso não se resolve caso a caso — se resolve na lei.
Barbara Kogos
O movimento nas redes
Dá para apoiar a causa sem estar em campanha. Entre para a lista e receba as atualizações do projeto.
Apoiar essa causaEnsino
Escola existe para transmitir conhecimento e formar cidadãos. Educação moral e de valores pertence à família — ao Estado cabe o ensino acadêmico, científico e técnico.
Revisão do Plano Nacional de Ensino para priorizar métodos pedagogicamente eficazes e comprovados, com foco em alfabetização, ciências e formação técnica.
Delimitação clara do papel de cada um: o Estado ensina, a família educa em valores. Regulamentação do ensino domiciliar como direito de escolha.
Ensino cívico, financeiro e empreendedorismo no currículo básico, polos esportivos estudantis e iniciação musical em orquestras e bandas escolares.
As 8 propostas do eixo
Ideias não se impõem, se debatem. O conhecimento se ensina. A escolha é da família.
Barbara Kogos
Baixada Santista
Nove cidades, um porto que move o país e uma conta que nunca fecha: quem gera a riqueza não fica com ela. Deputado federal da região tem duas ferramentas — emenda e projeto de lei. As duas vão estar publicadas aqui, com valor e destino.

Ponta da Praia, Santos · Foto: Rogério Cassimiro – MTUR via Flickr
Vídeos
Cortes, entrevistas e explicações. Se o assunto está na plataforma, tem vídeo explicando.
Canal completo
Perguntas diretas
Respondidas aqui para não precisar responder uma por uma.
Muda o instrumento. Fora do Congresso, dá para denunciar, explicar e mobilizar. Dentro, dá para apresentar projeto de lei, emendar o Orçamento para destinar recursos federais a uma cidade específica, apresentar requerimento de informação que obriga um ministério a responder por escrito, convocar autoridade para depor, assinar pedido de CPI e votar.
É a diferença entre apontar o problema e ter assento na mesa onde ele é decidido. As 35 propostas desta página só existem porque cada uma delas cabe num desses instrumentos.
Porque é onde as pautas dela se decidem. Código Penal, legislação trabalhista e previdenciária, tributos federais, diretrizes nacionais de ensino, porte de armas, estatuto de proteção às vítimas — nada disso se resolve numa Câmara Municipal ou numa Assembleia Legislativa. É competência da Câmara dos Deputados.
Escolher outro cargo seria prometer o que aquele cargo não pode entregar.
Barbara nasceu em Santos, no litoral de São Paulo. A Baixada não é território de campanha para ela — é de onde ela vem.
Vale dizer o resto com honestidade: deputado federal em São Paulo é eleito por todo o estado, num colégio de mais de 34 milhões de eleitores. A base é a Baixada, mas o mandato responde ao estado inteiro. Quem promete atenção exclusiva a uma região está omitindo como o cargo funciona.
Campanha para deputado federal no Brasil tem três fontes possíveis: recursos públicos repassados pelo partido, doações de pessoas físicas dentro do limite legal e recursos da própria candidata. Empresa não pode doar desde 2015.
Tudo o que entra e tudo o que sai é declarado à Justiça Eleitoral e fica público no DivulgaCandContas, com nome de doador e de fornecedor. A prestação parcial vai ao ar entre 9 e 13 de setembro e a final até 3 de novembro. Consulte você mesmo ↗
A parte mais decisiva de uma campanha não custa nada. Compartilhar a plataforma com quem ainda não decidiu vale mais que curtida. Levar o link para o grupo do bairro, da igreja ou do trabalho alcança gente que anúncio nenhum alcança. Colar adesivo, distribuir material na sua rua, ajudar a montar um núcleo na sua cidade.
E no dia da eleição: ser fiscal de urna. Escolha por onde entrar →
Transparência
Quem pede voto abre os números. Esta seção fica publicada durante a campanha inteira e continua depois dela.
Doações recebidas, gastos por categoria e fornecedores ficam publicados no sistema oficial da Justiça Eleitoral, aberto a qualquer pessoa e sem cadastro. A prestação parcial vai ao ar entre 9 e 13 de setembro; a final, até 3 de novembro.
Consultar no DivulgaCandContas ↗Onde a Barbara vai estar, com data, horário e cidade. Aberta para quem quiser aparecer. A agenda da semana é publicada nas redes e o convite para eventos entra pelo formulário de contato.
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